O melhor do Nos Primavera Sound

O regresso dos festivais em especial o do NOS Primavera Sound é sempre um momento nostálgico.
Tenho sempre muitas saudades e boas memórias. 

É o festival mais cool e com um ambiente diferente de todos os outros. Não há correrias, é calmo e confortável, há relva em todo o recinto e não há como não adorar ver os concertos de final de tarde sentada nas toalhas de picnic que todos os anos o festival oferece. É tipo como uma saída a noite no jardim da cidade mas com um dos melhores ambientes e cartazes não comerciais.

É uma junção de várias culturas, de diversas línguas e gostos particulares que se refletem no que as pessoas levam vestido e é realmente bonito de se ver, é como uma mistura pouco provável de padrões, na maioria padrões florais claro! Este ano estiveram no recinto pessoas de mais de 60 nacionalidades!!

Este ano a Levi’s esteve super bem representada com a Tailor Shop on Tour, onde tive a oportunidade de costumizar o meu Trucker Levi’s com a ajuda da talentosa Marta Lee. Que by the way ficou mesmo giro e partilharei em breve.

Também a Yves Saint Laurent beauty se juntou ao Nos Primavera Sound e levou todo o #YSLSQUAD em força ao festival! Tivemos direito a todo um survival kit YSL, fotografias e Make up on point todos os dias! <3


#YSLSQUAD


Em relação às actuações todos os dias tiveram os seu pontos altos.
No primeiro dia destaco o concerto de Justice como o meu preferido. Já os tinha visto em 2012, e já na altura tinham deixado muito boa impressão. Tocaram em palco todos os seus principais temas e elevaram a fasquia para quem teria a missão de voltar a encher aquele anfiteatro.

O segundo dia foi diferente, mais calmo e sem um ponto alto em termos de festa. A grande actuação esteve a cargo de Bon Iver, que à sua espera tinha um festival esgotado. Soube apresentar um novo album – menos acústico e num tom mais electrónico que encaixou nas expectativas da plateia. Ainda assim a opinião foi consensual – é um artista para concertos mais intimistas.

No terceiro dia voltaram os concertos mais animados. Durante a tarde Sampha trouxe alegria a todos, e à noite Metronomy deixou-nos a cantarolar as músicas que ouvimos todos os dias. Não ficando ninguém indiferente à sua presença – by the way, o prémio para “melhor camisa do festival” ficou para o Gbenga Adelekan – baixista e vocalista da banda.

Foram três dias de festa muito bem passados e é sempre uma delícia voltar ao Porto. Para o ano há mais.